Esta
coluna tem como objetivo a apresentação de temas sobre meio ambiente, assunto de
destaque nas mídias, currículos escolares e nas rodas de bate-papo. Juntos,
iremos participar dos problemas ambientais e também das soluções, tentaremos
entender as preocupações de âmbitos globais e as ações que nós, tricordianos,
estamos desenvolvendo para tornar nossa morada mais sustentável.
Para
darmos início à nossa conversa, vamos falar da coleta seletiva, que se trata de
uma questão de saneamento, educação ambiental e saúde pública. A coleta envolve
um processo que chamamos de gerenciamento de resíduos sólidos, que nada mais é
do que a forma como cuidamos do lixo doméstico. Em média um brasileiro produz
de 0,6 a 1,2 kg de lixo por dia, que somam aproximadamente 30 kg ao mês!!!
A
coleta seletiva visa à separação do lixo já em casa, de forma a facilitar a
posterior separação do resíduo. Temos duas formas de coleta: a separação total,
que separa item por item (o papel, o plástico, a lata de alumínio) cada um em
um recipiente; e a separação do seco e molhado que é a mais fácil e a mais
comum de se praticar. Ela consiste em separar aquilo que é reciclável daquilo que
não é reciclável, por exemplo, o papel, o plástico e a lata de alumínio vão num
mesmo recipiente separados do lixo molhado, tais como restos de alimento,
fraldas descartáveis e papel higiênico.
Nossa
cidade trata a questão dos resíduos sólidos com seriedade. Temos o aterro
sanitário com todos os controles ambientais para prevenir qualquer tipo de
poluição e o trabalho de catadores irregulares.
A
partir de setembro de 2011, começou a ser implantada a coleta seletiva em nosso
município. Com apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, através de um trabalho
de educação ambiental, os antigos catadores individuais foram organizados em
uma associação sediada no próprio aterro sanitário e capacitados como agentes
ambientais. Foi esta capacitação que permitiu que se implantasse na cidade a coleta
de seco e molhados.
O
projeto piloto foi implantado no bairro Santa Tereza, mas o anseio da população
por uma coleta que beneficia o meio ambiente e a morada de todos, ampliou a
coleta para mais 10 bairros. Uma média de 500 kg de material reciclável é
recolhida em cada bairro por dia de coleta, gerando renda para 8 famílias
associadas. Com a futura expansão do projeto há espaço para as outras 22 famílias
associadas.
Bom,
dá pra entender com esses números o que enterramos por dia só em nosso
município. O gerenciamento dos resíduos sólidos, além de gerar renda, é também uma
preocupação com a saúde pública, uma vez que diminuímos a possibilidade de
poluição e da proliferação de vetores de doenças.
Ninguém
gosta da sua rua ou do lote do vizinho sujos, por isso devemos tratar esse
assunto com muita seriedade. Não é mais uma questão só de educação ambiental. Agora
o que vale é uma mudança de atitude. Todos sabem dos benefícios da coleta
seletiva e todos sabem do problema que é o lixo sem tratamento, então é só por
em prática.
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